Mostrando postagens com marcador -Inferninho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador -Inferninho. Mostrar todas as postagens

(mais um) Comunicado Mente Aberta

0 Comentários »
Comunicamos que a escritora Inferninho saiu deste blog, por motivos de força maior.
Segue informe ao público:

"Gente, escrevo aqui realmente emocionada dizendo que desertei do Blog por motivos pessoais. É incrível fazer parte de um grupo como este, cheio de pessoas agradáveis e livres. Porém, parece que eu ainda não estou pronta para certos compromissos. Saudações e estejam sempre alertas!


BEIIIIIIIJÃOOO pessoal, Inferninho."

(05/09)

--

equipe Mente Aberta.
1 Comentários »
Quero comer aquele espelho que você esqueceu aqui em casa
E que não sobre nenhum dos dentes daquele desgraçado, aquele pente!
Quero me agarrar nessa toalha desbotada que uma vez já foi sua
E talvez até reencontrar aquele velho amigo plástico que uma vez deixastes solto em cima da mesa
Bombons e recados, coisas do passado
Bom é te achar sobrando na minha caixa de recordações
Tudo era aos poucos deixado de lado
Muitas fotos e sortes de colares
Atenho me aos seus sapatos, em pares
Bom é desprender te do meu fogão, te botar na massa
E no final o cheiro que tanto me lembra
Cada fatia, um momento
Aquele inverno aquecido, sei onde te matar a saudade
Na cozinha talvez vestígios
Mas a tua essência sempre presa àquele bolo..Ó graças, como te amo.

Pedreiro pega 20 anos por morte de menina em SC

2 Comentários »
Sopa de Sapato velho ao Curry

Ingredientes:
250 g alcatra cortado em cubinhos
2 colher de sopa de azeite de oliva
2 cenouras medias raladas grosso
1 batata do reino media cortada em cubinhos pequenos
1 repolho pequeno cortado em tirinhas finas
1 cebola roxa media cortada em cubinhos
1 BOTA VELHA DE COURO
1 caldo de carne da sua preferencia dissolvido em 1 copo de agua fervendo
1 maço de cebolinha verde picado
1 maço de salsinha verde picada
2 dentes de alho cortado miudinho
1 tomate maduro cortado em cubinhos e sem sementes
1 pimentão verde cortado em cubinhos
1 colher de sopa de extrato de tomates
sal a gosto
pimenta do reino a gosto
agua fervendo o necesssario

obs. é estritamente necessário que a bota seja realmente velha e de couro.


1.
Numa panela funda coloque 1 colher de sopa azeite de oliva pra esquentar,acrescente o alho picado e a cebola,adicione os cubinhos de carne, o sal, a pimenta do reino e deixe dourar.

2.
Acrescente o caldo de carne dissolvido e ainda fervendo.
mexa para soltar da panela se for preciso.

3.
adicione os cubinhos de batata e cubra com água fervendo, deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos colocando mais água para não secar.

4.
quando a batata estiver macia adicione os outros ingredientes, prove o sal e por último acrescente a salsinha picada.

5.
deixe por mais 2 minutos, retire do fogo.
sirva acompanhada de cubinhos de pão torrado.
4 Comentários »
Não é que eu precise de aprovação,
não é que eu ñ possa falar o que eu penso/pensava,
não é que eu seja orgulhosa...
Na verdade eu faço isso tudo e falo mesmo.
Mahzinha, me desculpe se meu texto ofendeu o seu senso moralista. Antes de comentar, ah, faz o que tu quiser, comenta mesmo! :)


Sabe de uma coisa? semper quis escrever sobre estrelas.
Dá pra abdicar disso daqui?
22:43
5 Comentários »
"Primeiramente, Boa tarde! Eu podia estar matando, eu podia estar roubando, mas estou aqui.
Com um propósito de somente entreenter a sua visita. Bem vindo e...
desculpe interromper a sua viagem.

Entramos num ciclo infinito
Somos um círculo
Estamos em movimento, somos fechados.

Ignoramos pequenas diferenças
Exclusão social nos leva à Pobreza
Ou talvez vice-versa.

Sociedade, somente ciente
Ciente em que? Pela mídia que nos mostra
Criminalidade, doença, tristeza?

É fácil tomar pelo lado conhecido
Sair pela tangente,
a Verdade é que a verdade não existe, só a gente.

Existe essa gente, esse povo
E pra eles que nós mentimos
Pois nós somos hipócritas, excluimos.

E mentiras, e verdades
E o povo, e a gente
E num ciclo de infinidade
Só existe quem se sente, movimenta e sustenta
Toda essa hipocrisia, que nos leva à falência.

Obrigada pela atenção."

O Ímpar Imperfeito

4 Comentários »
Ele é meu contrário ao avesso
Como se me olhasse num espelho invertido,
Que me exagerasse em cada forma

Não lhe compreendo
Cada gesto seu é um mistério
Não vejo racionalidade em seu aspecto

Ele é o perfeito erro
Não o erro perfeito
Com ele não construiria uma casa
Não constituiria uma família
Não viveria momentos únicos
Nem me proporcionaria a felicidade plena

Só de estar com ele me sinto anormal
Como se estivesse tudo dando voltas e ninguém se importasse com isso
Nós somos os opostos que não se encaixam
E tão confusos e parecidos
Que nem os pensamentos mais rudes se encontram

Nossos corpos não formam um só
Nossa alma não foi dividida em duas
Somos seres individuais
Que não conseguem viver em comunhão

Não fariamos sacrifícios um pelo outro
Nem lhe olhar nos olhos me aquietaria nos momentos tristes
E você não me colocaria em seus braços e me entenderia
Somente olharia em meus olhos e me pediria pra esquecer

Você não se arriscaria
Você não mudaria por mim
Você não seria mais forte que o destino
Que nos fez completos desconhecidos

Não seríamos íntimos
Compartilhariamos do mesmo silêncio
O pertubador, que tomaria as tardes e nos levaria a uma animada nostalgia
Nós viveriamos em planos
E em sonhos nos deleitariamos com a idéia de que um dia isto tudo acabasse


Nos acenariamos e fim
Somente isso e nada mais.

Periferia D'Alma

6 Comentários »
Aqui, ela é quem quiser
Não se emociona, não se apega
Não é mais do que uma pessoa qualquer
Se liberta de quem deve ser
Sem medo da estupidez transparecer

Aqui ela mostra seus segredos
Aqui ela traz sua ignorância
Tira a máscara que tanto pesa
Fica mais leve e mais humana

Aqui ela fica fria e séria
Põe os pensamentos pra fora
Se declara fraca sem orgulho nem beleza
Aqui ela desfaz sua fortaleza

Aqui ela está sucetível a qualquer coisa
Aqui ela não se faz mais de sensível
Aqui ela ignora a todos
Todos os fantasmas e todos os pesadelos

Aqui ela demonstra o que sente
Aqui ela é calma e nervosa
Ela chega ao ponto de desequilíbrio total
Aqui ela se debulha em lágrimas, ela chora

Ela não precisa mais ser perfeita
Aqui não tem segredos nem temores
Aqui ela expande suas ações altruístas
E revela a natureza egoísta

Neste lugar, sua coleção de feridas
Sua síndrome de heroína vem a tona
Sua dor pesa na cabeça
Essa dor que a detona

Ela muda, é vazia
Entra no casulo , se prepara
Esta é a entrada da periferia
No seu interior está abismada

Aqui ela não escolhe,
Não encolhe nem esconde
De seus desejos até o mais sujo
Ela não sente mais nojo

Aqui ela julga
Aqui as regras não são claras
Refaz do seu lixo
As coisas mais raras

Aqui a razão não domina
Ela enfrenta o mundo com seu sarcasmo
Seus vestígios de menina
Afugentam o marasmo

Aqui não tem começo nem final
Neste tempo tão impreciso
Ela se perde e vai embora
Não está pronta para o mundo afora

Neste recanto esquecido
Só restam recordações
Memórias, riscos, rabiscos
Trapos de emoções

Gueixa

5 Comentários »
Estrategicamente perfeita
Um dedilhar de shaminsen
Em cada olhar a espreita
A calma angustiante que tem

Sei que dentro de você
Esconde todos os segredos
Seu mundo é demasiadamente frágil
E seus lábios demasiadamente mudos

Sob um árduo treinamento
Pesa-lhe a doçura
Num instante tão tranqüila
Sobe ao palco na interna tortura

Tamancos pesados
Na mente um pesar
As máscaras não mais cabem
Treinada para não sonhar

Podes ser livre
Com certa restrição
O amor não lhe é possível
Erro sem margem de perdão

Tão triste sua tragetória
Com sorriso no rosto a estampar
De você eu tenho pena
Que só serve pra se olhar