Fotografando melhor

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Não é uma miragem o que você está vendo. É estou escrevendo depois de tanto tempo.

Tinha feito planos de voltar com as férias escolares, o tempo que eu dedico a todas as coisas que eu vou adiando durante o semestre. No início delas eu já estava meio desanimada pensando que não teria tempo para fazer tudo que desejava e acabou que várias coisas foram sendo adiadas ainda mais e outras, esquecidas, como você deve ter percebido os posts na Brecha foram uma dessas coisas. Com os últimos acontecimentos de adiamento de aulas graças à pandemia da gripe A (me recuso a chamá-la de suína em respeito aos simpáticos porquinhos que não tem muito a ver com isso), acabei pensando que teria mais tempo para finalmente fazer o que pretendia - o que, óbvio, na prática não acontece. Como numa luz de lembranças e inspirações, cá estou eu novamente.

E para voltarmos aos costumes, minha inspiração surge de uma história ouvida no início de uma aula minha de Ioga nessa semana e de minhas reflexões sobre o assunto.

Eu perdi o início dela porque me lembrei de desligar o celular e acabei não ouvindo os dizeres do professor, mas em resumo ele contava sobre uma pessoa que fora surpreendida por um ladrão que apareceu para roubá-la, claro. Pois então, vamos lá.


A vida sempre nos trás coisas inesperadas, e afinal se não fosse por essas coisas ela não seria do jeito que a vemos.

Muitas vezes acontecem coisas ruins e, outras boas, que costumamos achar que acontecem menos vezes e que por isso damos uma atenção desnecessária, enfim, desperdiçamos nosso tempo com coisas que simplesmente não merecem tudo isso. Dessa forma, vamos nos desligando das coisas que realmente importam e muitas vezes por falta de cuidado se vão.

Moral da História: É tudo uma questão de foco

A única coisa que devemos fazer é dar atenção ao mais importante, as coisas boas, aos presentes que recebemos. Mesmo que achemos que são poucos ou que são pequenos. Muitas vezes eles são maiores e muito mais abrangentes no que imaginávamos.

Colocando um clichê dos tempos de hoje, devo dizer que, vivendo em um mundo capitalista que apresenta status permanente on-line graças à nossa onipresente, em tese, globalização, é necessário que o nosso foco, nossa atenção, nossos cuidados, ou qualquer outro termo que você utilize, sejam direcionados, exclusivamente, ao que nos faz feliz, e o que é o mais importante para nós: valores, princípios, família, amigos e você mesmo, sua paz espiritual e seu bem estar consigo mesmo, que sem isso nada mais você conseguirá, são as coisas que devem ficar em primeiro plano na foto de sua vida.

Se aquela pessoa do início tivesse se preocupado mais com suas coisas quem sabe não teria sido roubada?

Claro que devemos nos preocupar conosco e com as coisas que são importantes para nós, mas não sejamos masoquistas nem suicidas, ignorar as coisas ao redor é burrice, principalmente tendo em vista a quantidade de informações, acontecimentos e pessoas com os quais estamos lidando a todo momento. Foco não significa apenas pensar nisso, mas, digamos, dar uns 70% (estatísticas, estatísticas) da nossa atenção ao que merece, o resto nós conferimos para nossa própria proteção e proteção do que é nosso e deve ser protegido.Digamos que essas coisas mais banais e supérfluas estejam lá, na sua foto, mas você não consegue definir muito bem porque está muito embaçado.

Se cuidamos do importante e tomamos precauções com o banal, porém, perigoso, a vida muitas vezes nos tráz coisas totalmente previsíveis, esperadas e, assim, podemos saber como agir.


Saudações,

L.Hobbit

17:03

Dia dos Filhos

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. Que tal o Dia dos Filhos? Como soa? Seria um ótimo dia para lembrar da maior herança que estamos deixando para nossos filhos: a Terra. Bom também para repensarmos se vamos continuar fazendo besteira ou se realmente vamos "pré-amar" nossos futuros filhos e mudar o mundo pelo bem deles. Acho que deveria existir. E ser um dia de silêncio, de reflexão. De propostas para mudança do mundo.

. Se bem que nem outros dias que têm um tema parecido as pessoas respeitam, né...

Métodos interessantes para ocupar o tempo.

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Método nº 1:

Agora, nas férias, vou começar a planejar diversas formas de inundar o mundo. Bem, não vai ser algo tão fácil porque Deus não vai querer mandar aquela tromba d'agua de novo, né. Mas com tantas represas, encanamentos, reservatórios e outras instalações hidráulicas no mundo, dá pra pensar em algo para poder concluir o objetivo.
Primeiramente, eu teria que ser alguém influente e tivesse um bom capital inicial, coisa que é bem simples de arrumar. Começaria comprando os direitos de uma pequena concessionária de água da vida e iria crescendo aos poucos, tomando posse de uma represa ali, construindo outra aqui, e assim vai. Espero que o tal do aquecimento global seja verdade mesmo e ajude os meus planos, derretendo as calotas de gelo e aumentando o volume de água no planeta.
Enquanto isso, em algum lugar remoto do mundo, começarei a construir minha barca. Se você espera que eu deixe você entrar nela, está muito enganado (a não ser que queira me ajudar). O mundo tá cheio de pessoas ruins e você é uma delas. Farei um bem para o planeta se deixar você de fora, acredite.
Futuras gerações irão me ter como um herói, porque impedir a humanidade de continuar seu plano diabólico de destruir o planeta vai fazer com que a natureza não se revolte mais contra nós, e que alienígenas não precisem vir a Terra para acabar com a nossa raça bondosa, singela e sem culpa de nada.

Pensar nisso tudo dá muito trabalho, obviamente. Por isso, preciso fazer isso nas férias, enquanto não tenho nada para fazer. Como vê, é um ótimo método para ocupar o tempo.

Está perto de meia noite...

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Overdose: essa é a única palavra que pode definir a quantidade de informação do rei do pop, Michael Jackson, que vem rolando na mídia. Todos os canais cobrem de tudo! Desde investigações até o enterro, ao vivo e a cores, e a população fica ávida por ver uma cerimônia que nem o corpo do astro mostra... Para completar, muitos lamentam que a cerimônia não tenha tido tanta audiência quanto a posse do atual presidente da superpotência capet...oops, capitalista Barack Obama... Lamentável as pessoas quererem comparar uma posse presidencial com a morte de alguém... No entanto, a mídia tem a incrível capacidade de transformar uma tristeza por perder um ente tão talentoso, em um cansaço por conta da avalanche de informação sobre o cantor. Já criaram teorias de que ele estaria vivo, que era truque de marketing; de que o fantasma dele tem aparecido em Neverland; de que ele foi assassinado. Sinceramente, acho que se esse fosse um truque de marketing, a quantidade de pessoas que odiariam o rei do pop depois, por ter criado essa tensão toda, iria levar seu sucesso por água abaixo. E o pior é que nem falecer em paz ele pode, porque ficam milhares de pessoas dizendo que ele está vivo, que ele não morreu, ou não estava no caixão. Pelo amor de deus! Deixem ele em paz! As pessoas esquecem de pensar no sofrimento pelo qual ele passava. E até quando morre, tem que sofrer mais um pouquinho, em meio a investigações, especulações...Impressionante! Admito que acho teorias da conspiração como a de Elvis e Paul McCartney muito interessantes, mas se fosse um truque de marketing, a volta dele seria sim chocante, mas também algo de tão mau-gosto que os fãs iriam reprovar totalmente. Acho que é um pouco extremo pensar numa conspiração depois de ver sua filha, numa explosão de emoção, falar do quão admirável era seu pai. Foi algo tocante!
O que me irrita mais é o fato de que muitos dos mesmos que anos atrás criticavam o cantor por conta de acusações de pedofilia (que eu julgo totalmente falsas, sinceramente), hoje fazem homenagens calorosas ao artista. Homenagem: é sempre bom, mas hipocrisia...Acho que já tem demais no mundo para a gente querer mais, não é?
Ao meu ver, MJ tinha um tipo de complexo de Peter Pan. Ele perdeu sua infância por conta de um pai que o colocou no mercado de trabalho cedo demais (assim como ocorreu com Brooke Shields, atriz que inclusive já namorou o rei do pop) e isso o fez crescer de forma reprimida. Por isso, ele queria ter o contato com crianças, algo que ele nunca teve. No fundo, não queria envelhecer.
Um amigo meu, João Vitor Silva, apresentou-me argumentos muito bem fundamentados e que fazem todo o sentido: se você notar o que ele fazia com as crianças era o mesmo que você faria com seu coleguinha de quarta série. Para os adultos era absurdo, mas com a sua inocência infantil, aquilo não tinha nada de mais. Quantas vezes amigos não dividem camas, jogam videogames?
Quanto à aparência, foram inúmeras as pessoas que disseram que ele tinha vergonha de ser negro e coisas do tipo. Eu acredito que por conta da doença dele deixar sua pele predominantemente branca, ele achou mais simples aceitar essa cor por inteiro. Inclusive, foram inúmeras as vezes em que ouvi dizer que o pai criticava seu rosto e nariz porque o primeiro tinha espinhas e o segundo era muito largo. Isso gerou uma criança traumatizada, que acabou fazendo plásticas mil para cobrir esse monstro que o pai o fez enxergar. Sua auto-estima era muito abalada.
Os remédios foram um caso à parte: se você sente dores, é inevitável buscar um conforto. Aqueles remédios melhoravam sua situação, suas sensações, eram uma forma de alívio. No entanto, por conta de uma serie de transtornos depressivos que MJ parecia ter, pode ter exagerado na dose em alguns momentos de desespero, o que foi debilitando seu organismo já enfraquecido pela má alimentação que também tinha. No fundo, tudo isso está ligado à auto-estima de Michael, à sua aceitação, e principalmente, em apagar aquele monstro que o pai o fazia acreditar que existia.
Espero que a mídia e a população parem de sufocar a família do astro e também a todos nós com esse fluxo contínuo de informações, teorias, explicações... Será que uma pessoa precisa morrer para ser lembrada? Será que ela precisa morrer para que seus discos sumam das prateleiras? Parece até um pouco mórbido pensar em algo do tipo...
Descanse em paz, rei do pop! Logo a mídia vai deixá-lo viver de forma melhor... Eu sei que vai... Ela sempre faz isso...

Who’s bad?

Um grande abraço!

Mahatma Naiads

O Céu

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(Apesar da imagem parecida, este post não tem nada a ver com o de baixo.)


. Há muito tempo não parava para olhar o céu. Tenho muito mais com o que me preocupar. Admirar? Isso é coisa para quem não tem o que fazer, eu só olho para ele quando quero saber se está sol para ir para a praia, ou se preciso colocar o guarda-chuva na mochila. Mas ontem eu não conseguia passar o tempo sem fitá-lo. Quando olhei para aquele céu azul com poucas nuvens pela primeira vez há muitos anos, senti ele muito mais próximo de mim, como se estivesse se aproximando devagar, querendo pressionar nossas cabeças contra a terra, para mostrar-nos que não passamos de humanos, e nunca conseguiremos atingir Deus – perfeição, como queira – e que, a qualquer momento, tudo o que buscamos, toda a nossa cultura, nossa história, uma trajetória, todo o mal que fizemos pode ser esmagado, assim como fizemos com nossos valores.

. Assim como tentamos fazer com a Terra.

. Sempre preferi o céu nublado e um dia chuvoso. Essa combinação melancólica sempre foi a maior prova de que uma época boa pode se transformar em ruim em um piscar de olhos e vice-versa. Mas ontem o céu azul me passou uma mensagem. A mesma que a mudança climática passa para a humanidade todos os dias:

. Acabou o nosso tempo.

A Agord od Oãrdap

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Durante uma das minhas conversas com minha terapeuta, percebi um assunto que ignoramos, mas é muito interessante de ser abordado: padrões. Desde padrões de estudo, padrões de pesquisa, até padrões de alimentação e etc. Vivemos no meio de milhões de padrões. Alguns são meras convenções, que servem para instaurar alguma ordem, e evitar a situação caótica que acabamos vivendo mesmo assim. Outros são padrões pessoais, subjetivos, obsessivos ou não, mas são definições de uma mente que busca uma certa perfeição. (Opa, acabei de entregar em que grupo me encaixo).
Por mais flexível que uma pessoa seja, ela sempre estará seguindo algum tipo de padrão. Comer pão com manteiga no café da manhã é um exemplo de padrão que já ganhou tanta naturalidade que acabamos por não questionar. Mas, se um dia você quiser almoçar no café da manhã, nada te impede, concorda? O problema não está em seguir padrões, e sim em ser totalmente inflexível em relação a eles. Já dizia minha bisavó:
- Todo excesso é nocivo.
E tenho que concordar completamente. É saudável seguir padrões, pois eles facilitam muitos aspectos de nossa vida, poupam tempo, pois já estão lá e só precisamos seguir. No entanto, transformar sua vida num grande conjunto de padrões é o grande problema. Você vive numa prisão, não tem liberdade alguma, pois fica preso a definições, crenças próprias ou de terceiros que impedem que você possa pura e simplesmente ser feliz!
Algo que eu gosto muito de abordar é a temática do padrão de beleza, pois, tenho que admitir, sou uma vitima frustrada dele. Consagramos algumas divas e deuses por sua beleza como se eles fossem um ideal a ser seguido, e esquecemos a nossa individualidade. Buscamos uma perfeição que não existe, queremos ser algo que não somos na realidade.
Algo que reflete muito bem esta idéia é a grande avalanche de dietas que entram e saem de moda, prometendo o corpo de celebridade tal, ou a barriga chapada de fulaninha de tal. Será que essa revistas esquecem que todos somos diferentes? Que nunca teremos o corpo exatamente igual ao de outra pessoa? Nem com mil plásticas isso é possível. Outro dia, li na revista Istoé sobre uma mulher que se submeteu a dezenas de procedimentos cirúrgicos para ficar igual a uma cantora famosa do EUA. Tudo bem, se quer fazer isso, seja feliz! Mas, você nunca vai ser igualzinha aquela pessoa, vai se frustrar com isso. Então, por que não pode aceitar e ser quem você é? (Quem me conhece vai entender esse comentário em off: “Faça o que eu digo, não faça o que eu faço”...)
Vivemos numa era em que a incidência de transtornos alimentares aumentou estapafurdiamente por conta de um padrão que a mídia impôs: o belo é ser magérrima, ter um corpo escultural. Estou generalizando um pouco, mas se você fizer uma pesquisa vai notar que praticamente uma unanimidade gostaria de mudar algo em seu corpo. Essa insatisfação é o reflexo de um sentimento de estar fora dos padrões que a mídia impõe como normal. No entanto, o normal é ser diferente. Não é normal viver de dietas para ser algo que você, naturalmente, não é. O normal é se aceitar do seu jeito, sem querer imitar pessoas cristalizadas pela mídia. Muitos dizem que devemos mudar o padrão de beleza. No entanto, a Dra. Marle Alvarenga, nutricionista especializada em Tas defende uma outra idéia: a de que não devemos mudar o padrão, e sim parar de seguí-lo, aceitar a nós mesmos exatamente como somos. Pense só: se o padrão virasse Mulher Melancia, por exemplo, o quanto teria de mulheres frustradas porque geneticamente nunca terão coxas como aquelas, nem que malhem e comam muita proteína e carboidrato.
Padrões sempre vão deixar algum grupo insatisfeito. É impossível agradar a todos! Então, por que não começar agradando a você mesmo?

Qual seu rótulo?

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. Bom, minha jornada como menino estagiário está terminando, e estou abraçando aqui minha volta à vida de blogueiro. Confesso que não escrevo nem leio há muito tempo, e estou percebendo agora que textos não são iguais a andar de bicicleta. Estou demorando muito para lembrar de palavras, e peço perdão antecipado pela falta de criatividade e pelos futuros erros de ortografia.
. Falando em ortografia, a primeira sensação que eu tenho é de que eu estou misturando os acordos ortográficos. Ao mesmo tempo que eu insisto em escrever como antigamente, meus olhos são bombardeados pelas palavras que já passaram pela tal "censura", e aí, estou com uma dúvida maior sobre o que escrever.

. Criatividade. Eu estava morrendo de vontade de escrever, mas quando esta página com caixa de texto se abriu, eu percebi uma coisa: faltava o tema. Realmente, minha ânsia por escrever era tão grande, que não pensei no que sempre faço. Sei que pra muitos que estão lendo é muito normal faltar assunto, mas comigo simplesmente nunca aconteceu. Decidi, então, seguir o pensamento do nosso amigo Thaco Morat, e busquei a primeira coisa que me veio a cabeça. O problema é que não vinha nada. Olhei para os lados, busquei algo. Foi então que decidi deixar pra lá e conversar com o próprio Thaco. A primeira coisa que ele me respondeu quando o cumprimentei, foi: "Cara, eu tava tocando Viva la Vida neste exato momento!". Isso me bateu um pouco. Eu sei que amo Coldplay, mas fiquei pensando se a primeira coisa que as pessoas pensam quando a minha imagem vem à cabeça delas era a banda. Foi então, que eu comecei a entender que isso acontece com tudo mundo. Todos têm seu rótulo.
. Fiquei imaginando se Coldplay era a única coisa que tinha no meu rótulo. Perguntei para as pessoas que me conheciam as 5 primeiras coisas que elas ligavam a mim. Bom, as respostas foram variadas, mas todas elas incluiam Coldplay. Pelo menos recebi comentários positivos, como sensatez, cabeça, inteligência e "homem-que-reflete-demais" (não sei se o último é bom). Mas a maioria das vezes era algo que me ligava à pessoa. Assim que percebi que o rótulo depende mais da maneira como se comporta diante de diferentes pessoas. Logo, cheguei a conclusão de que estamos em plena revolução industrial!

. Sim, é isso mesmo! Estamos mudando nosso modo de pensar personalizado para algo pradonizado, e assim, todos nós temos os mesmos rótulos. É, a grande máquina mundial faz com que todos pensemos igual, tenhamos a mesma imagem, mas que sejamos produtos diferentes de um mesmo fabricante. Bem, eu posso dizer que também fui atingido. Imagine o número de pessoas que gostam de Coldplay, são sensatas e refletem muito!
. Cada dia mais penso que a originalidade vai mudar o mundo, e cada dia mais tenho certeza disso.

E aí, qual seu rótulo?