A vida como ela é ou como a vemos? -- Parte I

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A vida.
O bem mais precioso. O desejo instintivo. O direito inegável e o dever irrefutável de se zelar por ela. Discutida em todos os momentos, sob vários parâmetros e críticas, por todos os tipos de pessoas de diferentes lugares, profissões e relacionamentos.
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Mas será que nós damos o valor merecido pela mesma?
Será que cuidamos como devíamos da sua existência?
Será que fazemos jus à essa circunstância?
Ou, por que, se ela é tão importante, existem tantas pessoas por aí desimando-a, espalhando ao acaso o o término?
O término de sonhos, projetos e jornadas. O término do passado, presente e da visibilidade futura. O término do tardar ao término. E será que realmente sabemos o que é viver?
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Sob um olhar filosófico podemos questionar nossa existência. Quem somos nós e de onde viemos? A busca incessante pela nossa essência e por nossas origens e a falta de respostas satisfatórias pode colocar em xeque o mundo que conhecemos e tudo que está nele contido. Estaríamos sonhando? Estaríamos vivendo num mundo paralelo à uma verdadeira realidade?
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Realmente, as respostas para essas perguntas são difíceis de se encontrar, mas cabe a nós pensarmos e refletirmos, não só sobre nossa existência, mas sobre a vida em geral e todas as coisas à ela ligadas, e após um profundo entendimento ou uma longa busca além das "coisas como elas são", é preciso que se siga a ação para, então, mudarmos a nossa realidade, imaginária ou não, e fazermos da nossa vida melhor através do seu real entendimento ou da sua maior preservação.

Bom, esta é a primeira parte de uma pequena série de publicações sobre A Vida.
Espero que tenham gostado e que leiam as próximas publicações.

Abraço
L. Hobbit

8 Responses to "A vida como ela é ou como a vemos? -- Parte I"

g.winme Says :
12 de julho de 2008 23:22 Este comentário foi removido pelo autor.
g.winme Says :
12 de julho de 2008 23:23

Bom, mesmo sabendo que este post sobre a vida foi escrito há mais de uma semana e só agora publicado, parece que este e esse último do Thaco Morat se completam.
Sim, devemos usar nossa vida para fazer a diferença, mudar a realidade. Mesmo que seja de pouco a pouco.
Não custa nada tentar.

Ótimo post. Continue assim!

Mahzinha Says :
13 de julho de 2008 09:31

Concordo em parte, devemos sim fazer a diferença, tornar o mundo um lugar melhor, porém não concordo que devemos encontrar o motivo, a razão da existência, a minha opinião é de que não há uma explicação, e não teimo por causa disso. Acho que, pelo menos quanto a vida, é algo que não devamos entender, apenas aproveitar. Ignorancia? Talvez, mas foi o melhor jeito que consegui para aceitar essa coisa tão abstrata como a vida.

Thaco Morat Says :
13 de julho de 2008 12:30

Uma explicação?
E qual seria a essência, o sentido da vida se nós a descobrissemos?
É algo que penso: "O mistério nos motiva a descobrir."
Descubra, e não haverá o que descobrir, logo não ahverá motivação...
Mas é lógico que não devemos parar de buscar ;]

g.winme Says :
13 de julho de 2008 12:45

Enquanto não encontrarmos a razão de nossa existência, não iremos achar nenhum sentido para estarmos aqui, além da busca pela própria razão.
E, quem sabe, podemos tomar o rumo certo quando descobrirmos?
É completamente necessário encontrar um motivo para a vida de cada um. Até porque, alguém com uma vida sem algum propósito vive para quê?

Mahzinha Says :
13 de julho de 2008 12:58

Propósito da minha é uma coisa, o motivo de estarmos aqui é outra, pelo menos para mim.

inferninho Says :
13 de julho de 2008 22:28 Este comentário foi removido pelo autor.
Mahatma Naiads Says :
14 de julho de 2008 10:30

Aguardo ansiosamente pelos próximos posts sobre a vida...

A abordagem filosófica é interessante pois abre margem a boas discussões sobre o assunto...

"A vida é uma caixinha de surpresas" Será?
Uma vez, pensei comigo mesma se a vida não poderia ser pura e simplesmente uma simulação de nossas mentes, um processo de aprendizagem que está na cabeça de cada um de nós. Isso explicaria o por quê de as pessoas terem pontos de vista tão diferentes em relação aos mesmos assuntos... Cada um vive uma vida particular e imaginária e nela, inclui elementos que serão seus amigos, familiares, etc...
Bom, acho que já viajei demais aqui! ^^
Parabéns pelo texto!
Um grande abraço!

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